domingo, 20 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
POR UM PLANETA MAIS SAUDÀVEL
Confira as lindas imagens da natureza que tem nesta página do facebook.
domingo, 6 de maio de 2012
DIA DAS MÃES
Mãe adora ouvir o barulho da fechadura quando o
filho chega.
Mãe tem cheiro de banho, tem cheiro de bolo, tem cheiro de casa limpa.
*****
Mãe fica assustada quando lê notícia de assalto.
Mãe fica assustada quando lê notícia de acidente.
Mãe fica assustada quando lê notícia de briga.
Mãe fica assustada quando lê notícia.
Mãe fica assustada.
*****
Mãe não está nem aí para o que os outros pensam.
Mãe foge com o filho para o Egito, montada num burrico.
Mãe tem sonho.
Mãe tem pressentimento.
Mãe tem sexto sentido e sétimo, oitavo, nono, décimo.
Mãe não faz sentido (para quem não é mãe).
*****
Mãe chora ao pé da cruz.
Mãe chora em rebelião.
Mãe chora se o filho é messias ou bandido.
Mãe acredita.
Mãe não pode ser testemunha no tribunal.
Mãe é café com leite.
Café com leite, pão com manteiga, biscoito, mamão com açúcar.
E ainda faz você levar um pedaço de bolo pra casa.( se não mora mais com ela)
*****
Mãe só tem uma, mas é tudo igual.
Mãe espera o telefone tocar.
Mãe espera a campainha tocar.
Mãe espera o resultado do vestibular.
Mãe espera o carteiro.
Mãe moderna espera e-mail.
Mas espera.
Mãe sempre espera.
*****
Mãe ama. Ama incondicionalmente!
Assim, verbo intransitivo, como queria Mário de Andrade.
Porque, se é mãe, já se sabe o que ela ama.
A culpa é da mãe, dizem os freudianos superficiais.
Os verdadeiros freudianos sabem que, sem mãe, nada feito!!!
Mãe tem cheiro de banho, tem cheiro de bolo, tem cheiro de casa limpa.
*****
Mãe fica assustada quando lê notícia de assalto.
Mãe fica assustada quando lê notícia de acidente.
Mãe fica assustada quando lê notícia de briga.
Mãe fica assustada quando lê notícia.
Mãe fica assustada.
*****
Mãe não está nem aí para o que os outros pensam.
Mãe foge com o filho para o Egito, montada num burrico.
Mãe tem sonho.
Mãe tem pressentimento.
Mãe tem sexto sentido e sétimo, oitavo, nono, décimo.
Mãe não faz sentido (para quem não é mãe).
*****
Mãe chora ao pé da cruz.
Mãe chora em rebelião.
Mãe chora se o filho é messias ou bandido.
Mãe acredita.
Mãe não pode ser testemunha no tribunal.
Mãe é café com leite.
Café com leite, pão com manteiga, biscoito, mamão com açúcar.
E ainda faz você levar um pedaço de bolo pra casa.( se não mora mais com ela)
*****
Mãe só tem uma, mas é tudo igual.
Mãe espera o telefone tocar.
Mãe espera a campainha tocar.
Mãe espera o resultado do vestibular.
Mãe espera o carteiro.
Mãe moderna espera e-mail.
Mas espera.
Mãe sempre espera.
*****
Mãe ama. Ama incondicionalmente!
Assim, verbo intransitivo, como queria Mário de Andrade.
Porque, se é mãe, já se sabe o que ela ama.
A culpa é da mãe, dizem os freudianos superficiais.
Os verdadeiros freudianos sabem que, sem mãe, nada feito!!!
(Extraído)
A ORIGEM DO DIA DAS MÃES
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999
sábado, 5 de maio de 2012
MISSÕES E A BÍBLIA
“Para que o homem de Deus seja
perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra”
(2Tm 3.17).
(2Tm 3.17).
Nesse versículo em destaque, o apóstolo Paulo conversa com seu
companheiro de ministério, Timóteo, descrevendo como esse jovem
missionário-pastor na igreja de Éfeso deveria conduzir seu ministério. Ele
deixa clara a suficiência da Palavra declarando que são as Escrituras que vão
preparar perfeitamente o obreiro para o campo missionário, na igreja e em todo
mundo, em todo tempo.
No entanto, mais uma vez na história, pensando de maneira “globalizada”, a
igreja tenta se adequar ao pensamento em voga e começa a criar maneiras de
justificar sua presença e missão no mundo aparte desse conselho. Um exemplo
disso é a disparidade entre as estratégias de missões que priorizam
estatísticas frias e obsoletas em detrimento do Evangelho que trata o homem
integralmente. Há muitos movimentos missionários e a questão que quero
destacar, preocupado com a missão da igreja, é a seguinte: será que estamos
cumprindo a nossa missão de maneira bíblica?
Para respondermos essa pergunta devemos refletir sobre qual é o lugar que a
Bíblia recebe em nossa missão. Como missionário e pesquisador da missão, tenho
visto que as tendências pós-modernas têm-se direcionado para ciências que
deveriam ser periféricas em nossa formação e não o centro da visão. O que quero
dizer com isso é que os missiólogos, na sua grande maioria, têm dado mais
atenção à Antropologia, à Filosofia e à Psicologia do que propriamente a um
exame mais acurado de suas práticas à luz da Palavra de Deus. Os centros de
formação missionária têm alimentado isso, tendo em vista que, em seus
programas, essas matérias tomam quase todo tempo em seus currículos. Posso
dizer, sem dúvida, que há mais conhecimento do Pacto de Lausanne do que da
Teologia de Missões do apóstolo Paulo.
Dessa perspectiva de missão, também flui a idéia de tratar o trabalho
missionário como se fosse uma gestão de negócios em um mundo competitivo.
Números e estatísticas começam a guiar as decisões e suporte, ao invés de
convicções e até mesmo a ética. Não queremos achar na Bíblia uma réplica de
nossos projetos, justificando nossas estratégias. David Bosh diz que “temos que
avaliar nossas estratégias pela Bíblia”. Eu diria que precisamos fazer isto
sim, e urgentemente. Por isso advogamos a necessidade de se aproximar o diálogo
entre teólogos e missiólogos, para uma avaliação dos pensamentos, para que as
estratégias missionárias sejam guiadas pura e simplesmente pela Palavra.
Como batistas, mais uma vez diante do cristianismo mundial, devemos levantar a
bandeira de que “a Bíblia é nossa regra de fé e prática”. Principalmente no
cumprimento de nossa missão que é, por essência, uma atitude de fé e
naturalmente empírica.
Agradeço a Deus pela Junta de Missões Mundiais que, além de ser exemplo para
agências missionárias do mundo todo, não perde o foco dessa visão. Porém, levar
adiante a priorização da Palavra em nossas estratégias missionárias é, com
certeza, fundamental para o chamado de todos e o cumprimento da missão de cada
um.
Pr. Diego Lopes, missionário da JMM na África do Sul
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